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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

ALUNOS DA UGF PARTICIPAM DA GRAVAÇÃO DE "AMOR & SEXO"

Posted by Comunicação Social da Universidade Gama Filho 17:55, under | 6 comments





Na última sexta feira 28/10, os alunos do Campus Piedade da UGF, participaram da gravação do Programa "Amor & Sexo".

"O programa"
'Amor & Sexo' é um programa de auditório da TV GLOBO sobre sexualidade e relacionamentos apresentado por Fernanda Lima, exibido às quintas-feiras após 'O Astro', com direção de núcleo e direção-geral de Ricardo Waddington e roteiro de Rafael Dragaud.



"O evento"
Foram 2 ônibus lotados para a gravação do programa, mais de 90 pessoas curtiram o evento organizado por Bruno Garcia aluno do curso Comunicação Social (Jornalismo) com a colaboração de Marcelin Dilima, também de comunicação.


Alunos na concentração de público do Projac




Os alunos participaram ativamente do programa realizando perguntas e comentários. Ruan Lima de 23 anos, estudante de Publicidade foi um dos mais ativos  e falou sobre suas experiências e as de sua irmã.

Veja o vídeo feito com exclusividade a seguir que também foi disponibilizado no Facebook.


Ruan Lima participa do debate no Amor & Sexo


Conversamos com Leonardo Medeiros de 18 anos, aluno de jornalismo, que participou  do programa e colocou em questão sua opinião para o mundo.

Léo que é super fã de TV, afirma que quer trabalhar no meio nos concedeu uma breve entrevista sobre sua participação e sua visão sobre o programa.

Leia a seguir a entrevista:

1- Leo foi sua primeira vez em um programa de auditório?

R- Sim! Foi a minha primeira vez!

2- Como foi essa experiência pra você?

R- Foi fantástico, eu sempre adorei o mundo televisivo! Foi legal ver que tudo isso é tão próximo e não é só um sonho de criança.

3- Em sua opinião os temas abordados eram coerentes com o tema do programa?

R- Bem, eu acredito que o tema "família" sempre pode ser abordado quando o assunto é "Amor & Sexo", mas acho que o programa mudou muito o formato nessa quarta temporada. Mas, é válido.

4- Você achou que o programa era direcionado a te levar a alguma conclusão específica, ou seja, não o que você realmente achava ou imaginava?

R- Acho que o programa te dá bastante liberdade de pensamento, o problema é que agente acaba concordando com opiniões diferentes por causa do clima de espetáculo, acredito que seja tudo apenas uma brincadeira onde os assuntos são sérios.

5- O estúdio, cenário e o backstage eles representaram para você o que você tinha em mente?

R- Tudo é mágico, mas a magia acontece muito mais pensada do que eu imaginava, é um processo muito mais longo e estratégico, mas não deixa de ser muito divertido e ao mesmo tempo espontâneo. Sem falar que tudo parece menor e menos potente quando é ao vivo, quando estamos lá, nos imaginamos parte de uma reta linear onde tudo é ensaiado e pensado pra dar certo.

6- Você achou grandioso ou normal?

R-Mais normal do que eu imaginava.

7- A partir dessa experiência você hoje saberia dizer se gostaria de trabalhar com TV?

R-Adoraria, nem discuto. "risos"

8- Qual a sua opinião sobre este tipo de programa? Ele ajuda de alguma forma o público?

R- Como eu disse antes, acho que o programa trás um clima de "Brincadeira com Assuntos Sérios", é informativo e divertido, acho que ajuda sim.

9- A organização do programa, da produção pelo que você pôde perceber foi adequada? Foi o esperado?

R-Foi adequada sim, e eu já esperava que algumas coisas não fossem exatamente espontâneas, foi até bastante proporcional ao que eu imaginava.

10- Para concluir, supondo que o programa na tivesse retorno em audiência, você como diretor de programação manteria este tipo de programa na grade? Qual seria sua saída para tentar mantê-lo na programação?

R-Eu acredito que eu ia torná-lo mais divertido do que sério... Por que a audiência prefere sorrir do que entender, eu acho. O Melhor seria manter o programa na grade e fazer matérias mais picantes ou contraditórias ao meio. Algo assim, mas falo sem respaldo algum, pois não sei como seria ser diretor de tv. "risos"

Leonardo de Oliveira Medeiros - Aluno de Comunicação Social (Jornalismo), 18 anos. 


A gravação contribuiu para a vivência de todos os alunos e principalmente para os de comunicação, que tiveram a oportunidade presenciar como é um dia de gravação de uma grande emissora em um programa popular.

No final da gravação a apresentadora "Fernanda Lima" tirou uma foto com todos os alunos da UGF juntos.



Alunos da UGF no palco de Amor & Sexo



Página oficial do programa: http://amoresexo.globo.com/platb/

Obs: A participação dos alunos foi toda organizada via Facebook, toda organização e divugação foi feita através das mídias sociais.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Vem aí o XI GAMACOM!

Posted by Comunicação Social da Universidade Gama Filho 12:27, under | No comments


De 4 a 7 de Outubro, no oitavo andar do prédio MR, o curso de Comunicação Social da UGF realiza um dos eventos mais tradicionais da universidade, o XI Gamacom. São quatro dias de palestras com profissionais relacionados a várias áreas da Comunicação Social. Todos os alunos estão convidados. Além de conhecerem profissionais e terem a chance de debater com eles, os alunos participantes receberão horas complementares. Imperdível! 

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Ex-aluno bate um bolão na tela da Band

Posted by Comunicação Social da Universidade Gama Filho 00:29, under | 1 comment

Por Bruno Garcia 





Hoje o GAMACOM dá destaque ao ex-aluno, Bruno Cantarelli, que se formou em Comunicação Social em 2010. Nascido em 1988, o jovem de 23 anos conquista uma posição de sucesso. Contratado pela Rede Bandeirantes, ele se mostra uma revelação no jornalismo e demonstra que tem potencial. Com pouco tempo de formação, o jornalista mostra estilo e desenvoltura nas matérias exibidas no programa Jogo Aberto Rio que vai ao ar de segunda a sexta, a partir das 11h15.



Veja agora um trecho do programa em que Bruno Cantarelli entra em ação.


quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Globo Universidade e a Universidade de São Paulo (USP) promovem o Seminário Propriedade Intelectual em Foco

Posted by Comunicação Social da Universidade Gama Filho 01:48, under | No comments



Confira a programação do Seminário Propriedade Intelectual em Foco

Um dos participantes é Steve Kang, conselheiro da Universal Studios



No dia 15 de setembro, o Globo Universidade  e a Universidade de São Paulo (USP) promovem o Seminário Propriedade Intelectual em Foco, que tem como objetivo debater questões relacionadas aos direitos autorais, como a exploração de conteúdo nas novas mídias, a produção de obras biográficas e a proteção de conteúdo jornalístico. O evento gratuito acontece no Teatro da Faculdade de Medicina da USP, das 9h às 16h, e tem vagas limitadas. As inscrições para o seminário estão abertas até o dia 13 de setembro e podem ser feitas através do e-mail:globouniversidade@teleeventos.com.br. A confirmação será feita também por e-mail.

Confira, abaixo, a programação do debate, que contará com a presença de diversos especialistas na área de propriedade intelectual no Brasil, além de convidados internacionais.

Programação

15 de setembro
Mestre de Cerimônia – José Roberto Burnier (Repórter TV Globo)

9h às 9h20 – Mesa de abertura

9h20 às 10h – Painel I: A reforma da Lei de Direitos Autorais proposta pelo Ministério da Cultura


Palestrante: Dr. Cristiano Borges Lopes (Diretoria de Direitos Intelectuais)
Moderador: João Carlos Müller Chaves (Consultor Jurídico da Associação Brasileira de Produtores de Disco - ABPD)
Debatedor: Newton Silveira (Professor da Faculdade de Direito da USP e Diretor Geral do Instituto Brasileiro de Propriedade Intelectual - IBPI)

10h às 10h40 – Painel II: A produção Audiovisual – A eficácia do sistema de produção

Palestrante: Steve Kang (Vice-Presidente e Conselheiro para assuntos antipirataria da Universal Studios)

10h40 às 11h – Coffee Break

11h às 11h40 – Painel III: Direitos autorais – A exploração de conteúdo nas novas mídias

Palestrante: Benny Spiewak (Coordenador da Comissão de Direito Internacional da Associação Brasileira de Propriedade Intelectual)
Moderador: Dr. Orlando Molina (Folha de S. Paulo)
Debatedor: Cláudio Lins de Vasconcelos (Gerente Jurídico da Fundação Roberto Marinho)
11h40 às 12h20 – Painel IV: A proteção das obras jornalísticas

Palestrante: Manoel Joaquim Pereira dos Santos (Professor e Coordenador Acadêmico do Curso de Propriedade Intelectual da Fundação Getúlio Vargas - FGV)
Moderador: José Carlos Costa Netto (Presidente da Associação Brasileira de Direito Autoral - ABDA)
Debatedor: A confirmar

12h20 às 14h – Intervalo

14h15 às 15h – Painel V: As biografias não autorizadas e a liberdade de expressão


Palestrante: Gustavo Binenbojm (Procurador do Estado do Rio de Janeiro e Professor Adjunto de Direito Administrativo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ)
Moderador: Desembargador Luis Camargo Pinto de Carvalho (Superintendente Jurídico da USP)
Debatedor: Daniel Antônio de Moraes Sarmento (Professor de Diretio Constitucional da UERJ e Procurador Regional da República)

15h às 15h40 – Painel VI – Liberdade de expressão comercial


Palestrante: João Luiz Faria Netto (Diretor Jurídico do Sindicato das Agências de Propaganda do Rio de Janeiro – SINAPRO/RJ).
Moderador: Dirceu Barbano (Diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa)
Debatedor: Denis Lerrer Rosenfield (Professor Titular da Faculdade de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS).

15h40 às 16h – Sessão de Encerramento

Esta matéria também pode ser lida diretamente no site da Rede Globo no canal Globo Universidade no link a seguir:

Zileide Silva fala sobre cobertura internacional e jornalismo político

Posted by Comunicação Social da Universidade Gama Filho 01:22, under | No comments


 O portal Globo Universidade destaca uma excelente matéria sobre a cobertura internacional e jornalismo político, a matéria fala ainda sobre uma palestra que ela ministrou no dia 5 de setembro.
Veja a matéria na integra a seguir.



Quase dez anos depois de cobrir o atentado terrorista que destruiu as torres gêmeas do World Trade Center nos Estados Unidos, a jornalista da Rede Globo Zileide Silva encontra estudantes e profissionais de comunicação noXXXIV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, promovido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), para conversar sobre o fato que marcou a história mundial. Este e outros temas serão tratados pela repórter na palestra Jornalismo Político e Coberturas Internacionais, que acontece no dia 5 de setembro na Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). O debate acontece sob a mediação de Marliva Gonçalves, professora da Universidade de Caxias do Sul (UCS), e tem o apoio do Globo Universidade.

Em entrevista exclusiva ao site do Globo Universidade, Zileide Silva fala sobre o início da carreira no jornalismo e sobre uma das coberturas mais importantes de sua trajetória como correspondente internacional. A repórter da Rede Globo também dá conselhos para os jovens estudantes e jornalistas, além de explicar como será sua participação no Intercom 2011.

Globo Universidade - Por que você se interessou pelo jornalismo? Como iniciou sua carreira nessa área?

Zileide Silva - Comecei a fazer jornalismo porque, já no colegial, tinha uma certa curiosidade. Havia um jornal na escola e eu entrei para fazer parte da equipe. Sempre pensei em fazer jornalismo de papel, de jornal. Nunca pensei em fazer televisão porque não gostava da minha voz, achava que era muito grossa. Quando comecei na faculdade Cásper Líbero, em São Paulo, uma amiga, que trabalhava em uma rádio, me indicou para ser redatora. Lá, eu sentava ao lado do Joelmir Beting e achava muito legal os termos de economia que ele usava, porque ele traduzia a economia para um jeito popular, sem ser popularesco. Na rádio, fiquei muito amiga do Serginho Groisman. Daí, convidaram o Serginho Groisman para a Rádio Cultura, onde ele comandou um programa chamado "Matéria Prima", a origem do que ele faz hoje. Ele gostava da minha voz e me convidou para ser repórter. Passei em um teste da TV Cultura e comecei a fazer televisão, como repórter de geral na madrugada, que era a única vaga que tinha. Passei a usar os termos de economia que aprendi com o Joelmir Beting e logo me tornei repórter de economia na TV Cultura. Comecei a fazer todos os cursos nesta área que apareciam voltados para jornalistas. Também comecei História na Universidade de São Paulo (USP), mas não terminei. Logo depois, cobri o governo Collor. Entre 1996 e 1997, fui convidada para trabalhar na Globo. Fiquei entre três e quatro anos e apareceu uma oportunidade de ir para Nova York. Foi quando tive a sorte de estar lá no dia 11 de setembro.


(No vídeo ao lado, do Bom Dia Brasil, Zileide Silva e Edney Silvestre falam sobre o impacto da morte de Osama Bin Laden e relembram a cobertura do 11 de setembro nos Estados Unidos)






GU - Você cobriu o atentado terrorista ao World Trade Center em 11 de setembro de 2001. Como você foi chamada para o local? Como foi sua reação?


ZS - O início da cobertura foi extremamente difícil, porque ninguém sabia o que estava acontecendo. Era meu último dia de férias e minha coordenadora me ligou, dizendo: “aconteceu um acidente horrível”. Aí, eu tomei um banho rápido e, enquanto eu estava andando para o local, aconteceu o segundo atentado. Quando comecei a cobertura, a gente já sabia que era um atentado terrorista. A gente começou a cobertura pelo telefone e, de repente, alguém ao meu lado disse: “Zileide, diz que outro avião atingiu o Pentágono”. Aí, eu coloquei a mão no telefone, tampando o bocal, e respondi: “Não, não é verdade”. E era verdade. Foi horrível conter a emoção naquela época, naquele lugar, porque, nos vídeos, você via as pessoas se jogando das Torres (as Torres do World Trade Center). Eu mesma demorei cerca de uma semana para ir, de fato, até as Torres. A primeira equipe a chegar lá foi a do Edney Silvestre, que foi deslocado imediatamente para o local do acidente. Ainda no dia do atentado, como a equipe parou de trabalhar muito tarde – depois do Jornal da Globo - saímos andando pelas avenidas de Nova York meio sozinhos. Imagine andar em Nova York e ver tudo quieto, tudo fechado, sem carros na rua? Não é normal. Quando eu cheguei em casa, finalmente, lembro que chorei muito e pensei: “meu Deus, e agora? O que vai ser do mundo se esse país, que é tão poderoso, mostrou que é tão vulnerável? O que vai ser a partir de agora?”. Mas a gente não tinha tempo de deixar a emoção tomar conta. A gente trabalhava da hora do Bom Dia Brasil até o Jornal da Globo. O espaço aéreo estava fechado e só abriu algum tempo depois. E foi aí que, entre outros, a Globo mandou para Nova York o William Waack, o César Tralli e o Paulo Zero, além de editores de imagem, para nos ajudar. No fim, quem acabou resumindo toda a emoção de cobrir este fato foi o Ali Kamel. Ele falava o seguinte: “a equipe foi testemunha ocular de um fato histórico”. E nós presenciamos aquilo, nós vivemos tudo aquilo. Eu já tinha feito muita coisa legal, mas a cobertura principal foi a do dia 11 de setembro de 2001. Foi muito emocionante e difícil de cobrir.
Zileide Silva (Foto: Divulgação)A jornalista da Rede Globo fala sobre a cobertura do atentado às Torres Gêmeas nos Estados Unidos
GU - Como é a rotina de um repórter de política e economia? O que você mais gosta nesta função?

ZS - Eu levo sempre uma reportagem que ilustra bem essa rotina. Na primeira posse do Lula, ele ia dar uma grande entrevista, de cunho nacional e internacional, em um auditório. No local, havia uma grande cortina e eu estava lá, esperando começar. De repente, eu vejo quatro dedos abrindo a cortina, para ver o auditório. Era o Lula, que estava tão ansioso, que queria, depois de tantas derrotas consecutivas, ver quem estava presente em sua posse. Na hora de escrever a reportagem, eu queria usar esse detalhe para o início da minha matéria, sem ser de forma pejorativa, e consegui. Abri minha primeira reportagem com esse detalhe. Então, costumo dizer que a cobertura política que eu faço é muito do detalhe, porque atrai o telespectador. A reportagem sobre a posse da Dilma também foi feita em detalhes. A retranca era: o que ninguém viu. Mostrei o pingente de olho grego que estava na pulseira da presidente e a menina que levantou levemente o vestido de uma ministra. Pensar em detalhes que mostram muito o que é Brasília e o que é cobertura política é fundamental, porque existe uma rejeição natural pela cidade, as pessoas acham que é um lugar corrupto, chato. Mas Brasília é importante e você tem que tornar a cobertura mais palatável para os telespectadores. Vou levar essas reportagens para a palestra e apresentar no Intercom.



(No vídeo ao lado, confira reportagem de Zileide Silva para o Fantástico sobre a posse da presidente Dilma Rousseff)







GU - Que conselhos você daria para os jovens estudantes de jornalismo?

ZS - O primeiro conselho que eu dou é ler, ler, ler qualquer coisa. Ter o hábito da leitura. Há uma relação direta entre o ato de escrever bem e a leitura. O segundo conselho é se perguntar se você realmente gosta do jornalismo. Tem certeza de que é isso que quer fazer? Não é fácil, é complicado, mas se você tem certeza de que quer fazer, não desista. Se a pessoa gosta, vai ter a oportunidade. Vai fazer. Eu sinto falta da leitura, quando eu paro um pouco de ler, meu texto perde um pouco a qualidade. Além do curso de jornalismo, o profissional precisa aprender algo mais e deve se preocupar com História. Acho que é preciso se situar e estudar mesmo. É a História que dá o contexto para qualquer situação que você vai escrever.
Zileide Silva (Foto: Divulgação)Zileide Silva fala sobre a rotina de um repórter de
política
GU - Para você, qual é a importância de participar de uma palestra no Intercom?

ZS - Eu adoro esse contato com os estudantes porque você nunca imagina o que você vai ouvir. Você se prepara para uma palestra, mas eles vêm com dúvidas que enriquecem tanto, que você é obrigada a pensar: "nossa, é isso". Isso, para mim, é muito importante, porque você fica pensando que esclareceu, mas não, e só percebe na hora que alguém te pergunta. No dia a dia, converso muito com os cinegrafistas e com a minha equipe, pergunto sempre se eles entenderam. Nestas palestras, fica claro que você tem que estar sempre se atualizando. Quando converso com os estudantes vejo isso. E agora com as novas mídias, e eles são muito antenados a elas, você se obriga a pensar muito mais. É uma troca mesmo, eu tento falar pouco na palestra, levo matérias, mostro, mas tento deixar muito tempo para as perguntas. Tanto é que o tempo da palestra termina e eles querem continuar, estou saindo da sala e eles ainda estão conversando. O mais importante é o debate, a troca.

GU - Que temas serão abordados na sua palestra e por que eles serão apresentados?

ZS - A experiência como correspondente e a cobertura de política e economia aqui em Brasília serão os temas abordados. Vou levar o Jornal Nacional do dia 11 de setembro de 2001 e falarei muito sobre isso. Todo mundo se lembra do que estava fazendo neste dia. A minha afilhada, que tem 17 anos, se lembra. Ela estava na escola e lembra, na época, que a aula acabou e eles foram para o pátio discutir sobre política e economia. E é sobre isso que eu quero debater no Intercom.
Esta matéria também pode ser lida diretamente no site da Rede Globo no canal Globo Universidade no link a seguir:



quinta-feira, 19 de maio de 2011

CICLO DE ATUALIDADES - SEGUNDO DIA - VÍDEO

Posted by Comunicação Social da Universidade Gama Filho 18:00, under | 1 comment

Veja o vídeo abaixo onde nossa repórter Jocimara Brito faz entrevista com os convidados.

CICLO DE ATUALIDADES - SEGUNDO DIA - GALERIA DE FOTOS

Posted by Comunicação Social da Universidade Gama Filho 17:40, under | No comments

Confira abaixo as fotografias do segundo dia do Ciclo de atualidades. A palestra de hoje teve como tema "A internet e os novos destinos da informação". Na ordem Alfredo Bokel, Leonardo Pimentel, Fabro Steibel e o público, que também participou pelo twitter.





Fotos: Felipe Correa.

CICLO DE ATUALIDADES - SEGUNDO DIA

Posted by Comunicação Social da Universidade Gama Filho 17:35, under | No comments

Aconteceu hoje, no Campus Piedade da UGF, a segunda e última palestra do Ciclo de atualidades: “A internet e os novos destinos da informação”. Mediada pela professora Ariane Holzbach, teve como palestrantes Alfredo Bokel, editor de eventos do Globoesporte.com, Leonardo Pimentel, repórter, subeditor e editor adjunto na Agência O Globo e Fabro Steibel, Mestre pela UFF, doutor pela University of Leeds e pesquisador de comunicação política.
Alfredo Bokel começou a palestra falando sobre os novos empregos gerados pela internet, e o que isso causa no mercado de trabalho. Ressaltou a importância de um jornalista ser multimídia e versátil, produzindo além dos textos, fotos e vídeos. Mas enfatiza que apesar dos recursos oferecidos pela internet, nada substitui o conhecimento jornalístico. Para Leonardo Pimentel, a internet permite que os meios ouçam cada vez mais o público, que também gera conteúdo. Quanto ao excesso de informações, Leonardo diz que é preciso ter capacidade para enxergar a notícia, falar apenas do que for relevante. Já Fabro Steibel usou a campanha política do presidente dos Estados Unidos Barack Obama, para ilustrar os caminhos a serem tomados durante a divulgação de uma campanha na internet. Atentar para o fluxo de informações e monitorar o que é dito no mundo virtual, são fatores a serem seguidos. Os alunos participaram com diversas perguntas no fim da palestra e também via twitter.

Foto: Felipe Correa.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

CICLO DE ATUALIDADES - PRIMEIRO DIA - GALERIA DE FOTOS

Posted by Comunicação Social da Universidade Gama Filho 15:52, under | No comments

Confira abaixo as fotografias do primeiro dia do Ciclo de atualidades, que teve como tema "Internet e Publicidade: as tendências com o novo perfil profissional". Na ordem os palestrantes Fábio Carvalho, Renata Tasca e Ricardo Schott; e os alunos, que participaram com perguntas no fim da palestra.










Fotos: Felipe Correa.

CICLO DE ATUALIDADES - PRIMEIRO DIA

Posted by Comunicação Social da Universidade Gama Filho 14:32, under | 3 comments

Pode-se dizer que redes sociais, inovação e pesquisa foram palavras-chave na primeira palestra do Ciclo de atualidades, realizado hoje. Mediada pela professora da UGF Adriane Figueirola, a palestra "Internet e Publicidade: as tendências com o Novo Perfil Profissional", contou com a participação de Fábio Carvalho, que atua com planejamento estratégico na In Press Porter Novelli, Renata Tasca, gerente da área de inovação da empresa Biruta Mídias Mirabolantes e Ricardo Schott, jornalista, gerente de conteúdo da empresa LapPop Content e colaborador na revista Billboard.
Abrindo a palestra, Fábio Carvalho falou sobre os caminhos a serem tomados em um planejamento estratégico, visando a relação do consumidor com as marcas, o controle das informações e os novos relacionamentos. Mesmo porque, segundo Fábio, atualmente, todos somos mídia, não há mais um controle da informação e as marcas precisam reconhecer essa realidade. O uso das redes sociais foi detalhado por Fábio, que explicou que cada rede social tem um ambiente diferente que merece atenção, pois pode interferir em uma empresa. Como exemplo, o facebook ambiente-relacionamento, dinâmico, e o twitter ambiente-guerrilha, onde os clientes podem ter contato rápido com a empresa, seja elogiando ou reclamando.
Já Renata Tasca, começou com a frase "Inovação é a palavra do momento". Para ela, ideias inovadoras e criatividade em conjunto com desenvolvimento, tecnologia e pesquisa ajudam na realização de bons projetos. Renata levou vários cases para exemplificar sua fala, entre eles um da empresa de relacionamentos Par perfeito, onde um movimento dos sem namorados invadiu ruas do Rio e de São Paulo, chamando a atenção do público e da imprensa; outro da empresa Claro, com aparato tecnológico, onde o público posava para fotos em movimento de 360º.
Ricardo Schott disse que o conceito "O futuro está no comando" está rondando a área jornalística hoje. O gerente de conteúdo da LabPop e jornalista ressaltou a importância de explorar o jornalismo atual sabendo lidar com as novas ferramentas, as redes sociais. Em seu ofício, organiza-se informações dos clientes, cuidando e evitando possíveis crises. Segundo ele, o cliente é o seu texto, com quem ele vai conversar e extrair um lead, para poder, então, organizar as informações. Aliás, pesquisar e estar sempre de olho nas redes sociais, podem ser considerados hábitos primordiais para quem trabalha nessa área.

Foto: Felipe Correa.